Primeiras impressões: Honda Fit LX manual e EXL

5 05 2014

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Engana-se quem acha que o principal lançamento da Honda nesse ano será o jipinho Vezel, ou que a reestilização do Civic, programada para junho, foi antecipada para mantê-lo como carro-chefe da marca. Com 48 mil emplacamentos previstos para o período de maio a dezembro deste ano, o Fit assume na terceira geração a responsabilidade de ser o Honda mais vendido do país e incrementar o volume de produção da nova planta de Itirapina (no interior de São Paulo), onde a montadora investiu R$ 1 bilhão para fabricar ele e o futuro SUV compacto.

De quebra, o Fit 2015 é o primeiro a mostrar no Brasil a nova identidade visual da marca, batizada de “Solid Wing Face” e cuja principal caracterização está nos faróis, na grade e no forte vinco lateral.

A missão do novo Fit, portanto, é grande – assim como os acertos e erros para cumpri-la.
CVT de volta
Quando lançou a segunda geração do Fit, em outubro de 2008, a Honda alegou que a troca do câmbio CVT por um novo automático com opção de trocas manuais buscava novos clientes (sobretudo homens) que pediam mais esportividade. O discurso agora, ao retomar a tecnologia de transmissão com marchas continuamente variáveis, enaltece a necessidade de economizar mais combustível. Parece ter sido uma escolha sensata, já que o Fit passou de nota B para A na avaliação do Conpet, o programa de etiquetagem veicular do Inmetro – segundo a marca, o carro está 17% mais econômico nas versões com câmbio CVT e 8% nas equipadas com transmissão manual.

A redução no consumo também se deve a uma oferta maior de torque em rotações mais baixas, atingida com o aumento da taxa de compressão, retrabalho no comando de válvulas e redução de peso do motor. No modelo 2015, o motor 1.4 sai de cena, enquanto o bloco 1.5 traz a tecnologia FlexOne, que não utiliza um subtanque com gasolina para dar partida em dias frios.

Destaque para o novo controle eletrônico de abertura das válvulas que, em resumo, faz o motor trabalhar como um 8 válvulas em baixas rotações e como um 16 válvulas (como de fato é) em altos giros.

Com mais torque em baixas rotações, o 1.5 de 116 cv e 15,3 kgfm é condizente com a proposta do carro, e como bônus também empolga quem quer um pouco mais do que um passeio tranqüilo.

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